Polícia Científica

26/08/2013

Simulação mostra preparo para atendimento a emergências na Copa

Simulação de atendimento de emergência em acidente, como preparação para a Copa do Mundo 2014, foi realizada no último sábado (24), em Curitiba, com a coordenação da Associação Brasileira de Medicina de Emergência (Abramede). Participaram equipes das polícias Civil e Militar, Polícia Federal, Exército Brasileiro, Secretaria Municipal de Trânsito (Setran), Guarda Municipal, Defesa Civil, Polícia Científica, Instituto Médico-Legal (IML), e rede de ambulâncias particulares.

A simulação, no campus da Universidade Positivo, foi de um acidente com dois ônibus e 64 vítimas e contou com voluntários. Os feridos foram levados em macas para tapetes coloridos, marcando os tipos de gravidade. O exercício contou com explosões, ambulâncias, além de sinalização e barreiras feitas pela equipe da Secretaria Municipal de Trânsito.

“A equipe mobilizada para atendimento de emergência, que contou com a presença do médico Elder Takeo, de Guarulhos (SP), especialista neste tipo de ação, mostrou muita competência e entrosamento”, disse o secretário estadual da Copa, Mario Celso Cunha.

A presidente da Abramede-PR, Raquel da Cunda Ruthes, destacou a importância da participação de todos os órgãos. “Trabalhamos neste projeto durante meses e nos últimos dias elaboramos um protocolo com todas as alternativas de atendimento”, disse Ruthes.

O coordenador do Grupo DVI da Polícia Federal, perito criminal Carlos Eduardo Palhares, doutorado em Ciências Médicas e Medicina-Legal e integrante do Grupo de Identificação de Vítimas em Desastres, lembrou que “a participação de odontólogos neste processo é fundamental, pois muitas vezes a identificação acontece pela arcada dentária”.

Roberto Milaneze, delegado da Polícia Federal, avaliou que ocorreu a perfeita execução dos protocolos mantidos na Comissão Estadual da Segurança Pública e Defesa Civil para Grandes Eventos (Coesge). “Quanto mais atividades deste tipo, com a parceria de todos os setores de segurança e saúde integrados no atendimento, mais experiência e acertos acontecem”, disse.

O Exército foi representado pelo coronel Rômulo Marinho, coronel Arthur, chefe da Seção de Saúde da 5.ª Região Militar, e o major Borges, chefe da Divisão de Medicina do Hospital Geral de Curitiba. “Nas próximas simulações vamos colocar à disposição nossa equipe de batedores, pois verificamos esta necessidade já que as ambulâncias precisam de tráfego livre para rápido atendimento em situações de emergência”, disse o coronel Marinho.
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